Série – A Magia do Atendimento: O Nome

Eu e minha esposa fomos com nosso afilhado a um restaurante bem movimentado em Salvador neste domingo à noite. O restautante é bem grande e funciona naquele esquema em que os garçons são divididos por "rotas", ou seja, cada um atende um certo número de mesas específicas. E 'ai' de quem cogitar requisitar um deles fora de seus domínios...

Pois bem, minha esposa teve uma dúvida, estendeu a mão e chamou um garçom que passava pela nossa mesa:

(Esposa) Por favor, qual é o seu nome?

(Garçom) Vocês querem fazer pedido???? (em tom de "não me encham o saco")

Não me contive...

(Eu) NÃO. QUEREMOS SABER O SEU NOME.

Meu afilhado engasgou com a Coca-Cola de tanto rir. Nossa, será que sou eu que estou ficando insuportavelmente chato? Ou será que já está chegando a hora de substituirmos pessoas por máquinas em algumas funções onde predomina o automatismo???

Acho que nesse sentido, eu sou conservador. Prefiro contratar seres humanos e estimulá-los a agirem como tal!