Há alguns anos atrás eu trabalhava como Gerente de Marketing e Vendas de uma empresa de distribuição de recargas para celular. Estava coordenando algumas ações de expansão em diferentes estados do Brasil e, enquanto caminhava pelas ruas do centro de Porto Alegre, fui surpreendido por uma forma de mídia totalmente inusitada. ...continuar lendo "Patrocínio, Merchandising ou Marketing Social?"

 

Ando pensando muito sobre como as mudanças tornam-se mais rápidas na medida em que o tempo passa. E em como as crianças e adolescentes são os primeiros a assimilarem essas mudanças. Esses pequenos já são consumidores, pois interferem diretamente nas decisões de compra de seus pais. ...continuar lendo "Você está preparado para conversar com ELES?"

A Pepsi lançou nos Estados Unidos um novo modelo de vending machine, conectada à web e com uma proposta de se tornar uma rede social. Através dela, o cliente pode comprar um refrigerante ou enviá-lo de presente para alguém, colocando o número do celular de quem será presenteado e gravando uma mensagem em vídeo. A pessoa presenteada recebe uma mensagem SMS com a senha que ativa o presente em qualquer outra Social Vending Machine.

São as marcas buscando compreender e experimentando iniciativas em um mundo que definitivamente se comunica de forma diferente a cada dia.

Veja o vídeo!

Certa vez o grande mestre Francisco Gracioso, co-fundador da Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM - falava, em uma entrevista, sobre o importante papel desempenhado pela propaganda no processo de educação de um povo. Comentou que enquanto criava seus anúncios para a Gessy-Lever, tinha que se preocupar em estimular o hábito de se escovar os dentes diariamente e se tomar banho usando sabonete. Ou seja, antes de vender determinados produtos ou serviços, muitas vezes é necessário se educar os consumidores quanto a necessidade do seu uso ou sobre como o seu consumo pode tornar a vida melhor.

Acabo de ver no Brainstorm9 este vídeo feito pela agência Getz, de Curitiba. Ele trata de um problema que os deficientes enfrentam diariamente quando tentam encontrar uma vaga para estacionar e aquelas reservadas foram ocupadas por sujeitos (homens e mulheres) mal-educados, egoístas e portadores de outros adjetivos depreciativos que prefiro não expor neste canal.

Entra em cena, então, a propaganda. Neste caso, não para vender produtos, mas com profundo apelo educativo. Veja aqui neste vídeo genial como seria se o contrário ocorresse e as vagas comuns fossem ocupadas pelos portadores de necessidades especiais:

Esta vaga não é sua nem por um minuto from Bruno Siqueira (malha) on Vimeo.

Achei esse comercial belíssimo, além de muito bem dirigido e produzido. Só não conseguí entender o que houve com a família dele. Ele se divorcia?

Sei que a propaganda é reflexo da realidade e deve se adequar aos atuais padrões de comportamento para que seja assimilada pela sociedade. Mas também acredito que a propaganda tem um forte papel de influenciador de comportamento e deveria se posicionar a favor de certos valores. Não condenando casais que se divorciam, sabemos que isso pode acontecer a qualquer um, mas também não fazendo isso parecer algo normal, corriqueiro, banal. Quanto mais banalizamos um tema, mais ele se populariza e acaba deixando de ser a exceção para tornar-se regra.

Enfim, apesar do detalhe que me incomodou um pouco, acho que é um comercial que vale à pena ser visto!

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Recebi por e-mail esta campanha publicitária feita para a Hortifruti. Segundo a pessoa que me mandou, foi criada e veiculada no Rio de Janeiro, com peças de outdoor fazendo uma relação entre os nomes de filmes famosos com alimentos de origem vegetal.

Achei muito bacana e me identifiquei pois, assim como eu, eles utilizaram o cinema para aumentarem as vendas!

Veja algumas das peças.

Diogo Francischini
www.luzcameravenda.com.br